O que nos une a esse mundo?

 

Nós, mortais temos tantos equívocos sobre a morte que ela tem crescido em importância implantando em nós a ideia de aniquilação e dor. A morte é simplesmente uma das etapas na jornada da alma do estado da matéria mutável para o estado imutável do Espírito.

 

Nunca desanime uma pessoa moribunda 

Uma vez dois alunos meus, um casal de irmãos, tiveram uma experiência muito interessante. O irmão se encontrava com sua irmã moribunda em um aposento e estava sendo atendida pelos médicos. Em determinado momento, o irmão saiu da sala e sua irmã teve um espasmo, aparentando ter morrido. Os médicos exclamaram: "Tudo está acabado; ela está sem pulsação. "

Assim que o irmão voltou, ordenou que todos se retirassem e, em seguida, a sacudiu vigorosamente, gritando: "Irmã, lembre-se o que Yoganandaji disse: Se você se esforçar vai continuar a viver.”

Sua irmã fez um esforço supremo e sua respiração voltou. Ela se sentou e falou de sua experiência: "Eu estava tentando, com a minha força de vontade, fazer com que a força vital vibrasse no meu corpo inerte, mas quando ouvi os médicos dizerem: 'Tudo está acabado,' perdi a vontade de viver e experimentei uma inércia total em meus músculos e órgãos internos ."

Então lembre-se, nunca diga nada que desencoraje uma pessoa doente ou que esteja morrendo, de usar a força de vontade para viver, mesmo que a morte pareça factual. É o exercício da força de vontade que conecta a energia que sustenta a vida ao corpo.

Para manter sua força de vontade poderosa, nunca tente perder o interesse pela vida. A morte vem quando a sua vontade se esgota. Você fica tão torturado pela doença ou pela dor e diz: "Tudo bem, deixe-me ir." E você desiste.

O processo da morte

Normalmente, quando as pessoas normais morrem o corpo inteiro fica paralisado, às vezes, exatamente como, quando parte do seu corpo “vai dormir.” Inicialmente, a pessoa que está morrendo está consciente desse processo.

À medida que, o entorpecimento do coração vai aumentando, começa uma sensação de asfixia, porque sem a ação do coração, os pulmões não podem operar. Essa sensação de asfixia é um pouco dolorosa, somente durante um período de um a três segundos, devido às diversas reencarnações, pelas quais, as almas se submeteram conservando em suas memórias este doloroso sentimento de asfixia. Essa memória é a que causa o medo da morte.

Às vezes, durante esta sensação de asfixia,  os apegos pelas posses e pelos entes queridos vêm fortemente à mente e há uma luta para trazer a respiração de volta. Nesse momento, uma revisão condensada de todas as boas e más ações de sua vida ocupam a mente da pessoa que está morrendo. Em seguida, os sentidos do tato, paladar, olfato, visão e audição desaparecem sucessivamente com o sentido da audição sendo o último a sair.

De repente, a alma quando percebe que está próxima de se libertar fica aliviada do peso do corpo, da necessidade de respirar e de qualquer dor física. Então, ao perceber que não está mais no corpo se reconcilia com a morte e experimenta uma sensação muito tranquila de voar através de um túnel.

Quando uma pessoa morre de repente, por exemplo, com um tiro ou um acidente repentino, praticamente, não sofre nenhuma dor física. Se ela viveu uma vida virtuosa, raramente sofre qualquer agonia mental.

Especialmente, se sua intuição estiver um pouco desenvolvida, e se ela meditou, rezou algumas vezes e serviu aos outros como um soldado que lutou heroicamente em combate nesta vida vai perceber que o mundo astral é muito mais bonito do que este e extremamente agradável!

O período entre a morte e o renascimento

No mundo astral, as pessoas de consciência mundana entram numa espécie de névoa cinzenta. Algumas ficam vagamente conscientes, a depender da sensibilidade de suas percepções, mas para muitas é como se fosse um sonho. Realmente, elas não estão  seguras do que está acontecendo.

Se, sua intuição, estiver um pouco desenvolvida, especialmente, se você meditou, rezou algumas vezes nessa vida, e de ter servido aos outros como um soldado que lutou heroicamente em combate, vai perceber que o mundo astral é muito mais bonito do que este, e extremamente agradável.

O que nos une a esse mundo?

Muitos devotos superficiais ficam assombrados pelo medo da morte. Em vez de lamentar a inevitabilidade da morte, eles devem tentar de todas as maneiras se livrarem de todos os apegos terrenos por meio do ajuste do Espírito na meditação.

Existe uma história de um homem que estava morrendo e viu que a lâmpada de óleo do seu quarto estava queimando intensamente. Ele chamou seu filho: “Hey, Ramu, desligue essa luz, pois ela está desperdiçando óleo!"  O homem se encontrava ali a ponto de deixar seu corpo. O "óleo" em sua própria "lâmpada" já estava quase esgotado e mesmo assim se encontrava ainda preocupado com o desperdício de óleo naquela lâmpada! Assim é o apego mundano. Mesmo na morte, as pessoas se agarram ao que chamam de vida.

A maioria das pessoas perde todo o interesse desse mundo, no momento da morte. Isso é natural e correto. Afinal, elas logo terão que deixá-la! Além disso, esse mundo é de Deus e não nosso. Esse envolvimento mental na aproximação da morte deve lembrar a todos da necessidade de não ficarem interiormente com apego enquanto viver, mesmo quando estejam ativamente ocupadas com as atividades mundanas. A Bem-aventurança eterna lhe espera se você permanecer sem apego a este mundo e "apegado" somente a Deus.

Seja sempre vigilante e monitore suas reações

Os devotos assombrados pelo medo da morte devem aprender a separar a alma imortal da consciência do corpo mortal. Você é enviado à terra, a fim de testemunhar as experiências mundanas de calor, de frio, de doença, de guerra, de fome, de dor e de sofrimento, com a mesma naturalidade que se assiste a um filme. Quando você for capaz de assistir as experiências de sua própria vida com naturalidade, da mesma forma que assiste aos filmes, deixará essa terra, quando a morte chegar, como um mestre livre.

As experiências terrenas não criam apego, até que o coração seja tocado. O coração, através de seus gostos e desgostos, sujeita um indivíduo à roda de nascimento, morte e sofrimento terreno. Portanto, fique sempre vigilante e monitore suas reações. Aos poucos, aprenda a controlar suas reações às experiências agradáveis ​​e desagradáveis ​​.

Portanto, lembre-se que a renúncia aos objetos materiais, por si só, não assegura a libertação do apego. É pela comunhão com a imensa Bem-aventurança do Espírito advinda da meditação que uma pessoa aprende, por meio de profunda convicção interior, se erguer acima dos gostos e desgostos do coração e a renunciar à alegria de qualidade inferior das experiências terrenas.

O devoto que medita profundamente e experimenta a pura alegria do Espírito alcança uma inabalável calma mental e é capaz de se elevar acima da dualidade da dor e do prazer.

 Aprenda a morrer de “forma consciente”

Embora, a pessoa comum no momento da morte, não esteja consciente do movimento de sua alma através do olho espiritual, os devotos que estão desapegado do corpo e os que alcançaram o controle sobre a força vital, não experimentam perda de consciência no momento da morte. Eles se movem de forma consciente através do olho espiritual e experimentam aquilo que é conhecido como "morte consciente."

No estado supraconsciente da meditação, os olhos se fixam no olho espiritual, no ponto entre as sobrancelhas. Como seres humanos, somos como o pinto que não eclodiu da casca. Com a meditação e pela concentração no olho espiritual, podemos abrir um buraco no teto da casca para a alma poder escapar para o Infinito.

Em outras palavras, com a concentração profunda na luz do olho espiritual, aos poucos, aprendemos a enviar nossa energia e nossa consciência, através do olho espiritual para o Infinito. Muitos devotos contemplaram esse túnel de luz (o olho espiritual) os conduzindo para o Infinito no momento da morte.

 Uma convicção interior inabalável

O homem comum teme a morte, mas o sábio enxerga o nascimento e a morte como mudanças divertidas no seio do Espírito, exatamente como as ondas que sobem e descem no seio do mar. Uma alma desperta no Espírito onipresente perde sua ilusão dos pesadelos, dos nascimentos e das mortes.

Um poeta ou fanático religioso pode imaginar esse cosmos, apenas como um sonho na mente de Deus, mas isso não vai ajudá-lo a vencer a morte e alcançar a imortalidade. O iogue, no entanto, através da comunhão extática com Deus na meditação, alcança uma convicção interior inabalável da irrealidade do cosmos físico. Contemplando o universo como um sonho de Deus, ele se torna um com o Espírito onipresente e alcança a imortalidade.

 

From articles and lessons, 1930-1938, and Conversations with Yogananda, recorded by Swami Kriyananda, Crystal Clarity Publishers.

Entendendo a Morte

Se, sua intuição estiver um pouco desenvolvida, especialmente se você meditou, rezou algumas vezes nessa vida e serviu aos outros como um soldado que lutou heroicamente em combate, vai perceber que o mundo astral é muito mais bonito do que este e extremamente agradável!

 

O que nos une a esse mundo?

Muitos devotos superficiais ficam assombrados pelo medo da morte. Em vez de lamentar a inevitabilidade da morte, eles devem tentar de todas as maneiras se livrarem de todos os apegos terrenos por meio do ajuste do Espírito na meditação.

Existe uma história de um homem que estava morrendo e viu que a lâmpada de óleo do seu quarto estava queimando intensamente. Ele chamou seu filho: “Hey, Ramu, desligue essa luz, pois ela está desperdiçando óleo!"  O homem se encontrava ali a ponto de deixar seu corpo. O "óleo" em sua própria "lâmpada" já estava quase esgotado e mesmo assim se encontrava ainda preocupado com o desperdício de óleo naquela lâmpada! Assim é o apego mundano. Mesmo na morte, as pessoas se agarram ao que chamam de vida.

A maioria das pessoas perde todo o interesse desse mundo, no momento da morte. Isso é natural e correto. Afinal, elas logo terão que deixá-la! Além disso, esse mundo é de Deus e não nosso. Esse envolvimento mental na aproximação da morte deve lembrar a todos da necessidade de não ficarem interiormente com apego enquanto viver, mesmo quando estejam ativamente ocupadas com as atividades mundanas. A Bem-aventurança eterna lhe espera se você permanecer sem apego a este mundo e "apegado" somente a Deus.

 

Seja sempre vigilante e monitore suas reações

Os devotos assombrados pelo medo da morte devem aprender a separar a alma imortal da consciência do corpo mortal. Você é enviado à terra, a fim de testemunhar as experiências mundanas de calor, de frio, de doença, de guerra, de fome, de dor e de sofrimento, com a mesma naturalidade que se assiste a um filme. Quando você for capaz de assistir as experiências de sua própria vida com naturalidade, da mesma forma que assiste aos filmes, deixará essa terra, quando a morte chegar, como um mestre livre.

As experiências terrenas não criam apego, até que o coração seja tocado. O coração, através de seus gostos e desgostos, sujeita um indivíduo à roda de nascimento, morte e sofrimento terreno. Portanto, fique sempre vigilante e monitore suas reações. Aos poucos, aprenda a controlar suas reações às experiências agradáveis ​​e desagradáveis ​​.

Portanto, lembre-se que a renúncia aos objetos materiais, por si só, não assegura a libertação do apego. É pela comunhão com a imensa Bem-aventurança do Espírito advinda da meditação que uma pessoa aprende, por meio de profunda convicção interior, se erguer acima dos gostos e desgostos do coração e a renunciar à alegria de qualidade inferior das experiências terrenas.

O devoto que medita profundamente e experimenta a pura alegria do Espírito alcança uma inabalável calma mental e é capaz de se elevar acima da dualidade da dor e do prazer.

 

 Aprenda a morrer de “forma consciente”

Embora, a pessoa comum no momento da morte, não esteja consciente do movimento de sua alma através do olho espiritual, os devotos que estão desapegado do corpo e os que alcançaram o controle sobre a força vital, não experimentam perda de consciência no momento da morte. Eles se movem de forma consciente através do olho espiritual e experimentam aquilo que é conhecido como "morte consciente."

No estado supraconsciente da meditação, os olhos se fixam no olho espiritual, no ponto entre as sobrancelhas. Como seres humanos, somos como o pinto que não eclodiu da casca. Com a meditação e pela concentração no olho espiritual, podemos abrir um buraco no teto da casca para a alma poder escapar para o Infinito.

Em outras palavras, com a concentração profunda na luz do olho espiritual, aos poucos, aprendemos a enviar nossa energia e nossa consciência, através do olho espiritual para o Infinito. Muitos devotos contemplaram esse túnel de luz (o olho espiritual) os conduzindo para o Infinito no momento da morte

 

 Uma convicção interior inabalável

O homem comum teme a morte, mas o sábio enxerga o nascimento e a morte como mudanças divertidas no seio do Espírito, exatamente como as ondas que sobem e descem no seio do mar. Uma alma desperta no Espírito onipresente perde sua ilusão dos pesadelos, dos nascimentos e das mortes.

Um poeta ou fanático religioso pode imaginar esse cosmos, apenas como um sonho na mente de Deus, mas isso não vai ajudá-lo a vencer a morte e alcançar a imortalidade. O iogue, no entanto, através da comunhão extática com Deus na meditação, alcança uma convicção interior inabalável da irrealidade do cosmos físico. Contemplando o universo como um sonho de Deus, ele se torna um com o Espírito onipresente e alcança a imortalidade.

 

From articles and lessons, 1930-1938, and Conversations with Yogananda, recorded by Swami Kriyananda, Crystal Clarity Publishers.

 

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